Luís Gava/PMC

Câmaras de Caraguá e Ilhabela criam CPIs para investigar repasse de recursos às santas casas


Postado em: 11/08/2017

As câmaras municipais de Caraguatatuba e Ilhabela criariam, nesta semana, CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), para apurar supostas irregularidades nas respectivas santas casas na utilização de recursos repassados pelas prefeituras.

Na última sessão em Caraguá, foi criada a CPI para apurar possíveis irregularidades quanto ao repasse de verbas pela Prefeitura à Casa de Saúde Stella Maris.

Foram sorteados para compor a comissão os vereadores: Francisco Carlos Marcelino (Carlinhos da Farmácia), presidente; Flavio Rodrigues Nishiyama Filho, relator e Dennis da Silva Guerra, membro. Dois servidores do Legislativo irão secretariar a CPI.

A Câmara Municipal recebeu o requerimento proposto pelo vereador Carlinhos da Farmácia, que foi assinado também por Aguinaldo Pereira da Silva (Aguinaldo Butiá), Dennis Guerra, Evandro do Nascimento (Vandinho) e Flávio Nishiyama.

Ilhabela

Na Câmara de Ilhabela, o requerimento pedindo a abertura da CPI para apurar supostas irregularidades na Santa Casa de Misericórdia foi protocolado em junho pelos vereadores Cleison Ataulo Gomes, o Cleison Guarubela (DEM), Gabriel Rocha (SD) e Thiago Santos, o Dr. Thiago (SD).

Segundo justificam os parlamentares, o pedido pela abertura da CPI está baseado em documentos apresentados pelo Conselho Municipal de Saúde (COMUS), como o relatório financeiro, parecer do Controle Interno, auditoria externa e apontamentos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo que demonstram irregularidades.

 Após se reunirem, ficou definido que a CPI será presidida por Guarubela, terá como relator o vereador Anísio Oliveira (DEM) e como membros os vereadores Gabriel Rocha (SD), Luiz Paladino de Araújo, o Luizinho da Ilha (PSB) e Valdir Veríssimo (PPS), respeitando a representação partidária.

De acordo com a Câmara, serão apurados contratos de serviço jurídico, médico, remoção inter-hospitalar, especialidades médicas, locação de veículos, repasse de verbas públicas em contas não contempladas no convênio, aumento de gastos, entre outros.

 A presidente da Câmara, vereadora Nanci Zanato (PPS) e o vereador Anísio Oliveira (DEM), fizeram um requerimento verbal, solicitando que sejam considerados os últimos 24 meses para a investigação.



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