Divulgação/PMC

Ação da Prefeitura de Caraguatatuba e Sabesp retira mais de 400 kg de lixo da Praia do Centro



Postado em: 27/07/2020


O último sábdo (25) foi marcado por uma ação de conscientização e limpeza da Praia do Centro, de Caraguatatuba. Em menos de três horas as equipes da Prefeitura e da Sabesp recolheram cerca de 400 quilos de lixo. Plástico e bitucas de cigarros estavam entre os principais de tipos de lixo, mas até fraldas descartáveis foram achadas pelos voluntários.

O grupo de servidores das secretarias de Urbanismo, Meio Ambiente e Serviços Públicos e funcionários da Sabesp percorreram o trecho entre o Entreposto de Pesca até às margens do Rio Santo Antonio, munidos de máscaras, sacolas e luvas. Crianças também tiveram a oportundiade de participar deste momento de conscientização.

Para o secretário de Urbanismo, Wilber Cardozo, a quantidade de lixo surpreendeu, principalmente em relação à bitucas de cigarros. “Só eu recolhi, no mínimo, umas 100 bitucas. Foi triste ver que em tão pouco trecho de praia encontramos tanto lixo e com um fato mais agravante de que não estamos no verão e as praias estavam fechadas devido  à pandemia do novo coronavírus (Covid-19)”, lamentou.

Foram registradas, ainda, a presença de garrafas de vidro, tampas de garrafas, pedaços de redes de pesca, cordas de nylon, brinqueados, muitos materiais que levam anos, às vezes séculos, para serem decompostos no meio ambiente.

Presente na ação, o prefeito Aguilar Junior, destacou a importância do conscientização para a mautenção das praias. “Temos de preservar o que Deus e a natureza nos deu de presente”, explicou.

Na avaliação do secretário de Urbanismo, essa ação deveria ser praticada várias vezes ao ano e em todas as praias, “mas mesmo assim toda sujeira deixada pelos banhistas seria quase impossível de se acabar”.

Entretanto, ele destaca que o trabalho de sensibilização pode motivar as pessoas começarem a rever seus conceitos de pegada ecológica e iniciar esse trabalho dentro de casa.

“Temos de rever sim o que compramos, usamos e onde descartamos o que consumimos. Ainda dá tempo para que o nosso consumo não destrua nossa natureza”, alertou Wilber Cardozo.



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